Cacetinho do Sat’s pra fazer em casa!

Pra começar, o primeiro tópico: é carne maluca ou carne louca? Como esse sandubinha sensacional é chamado na sua cidade? Ou será que tem outro nome?

Em segundo lugar, gostaríamos de salientar o coringa que ele é. Não precisa de muito, não precisa ter ocasião especial, e mata a fome de todo mundo. Todo dia é dia de um sanduíche desses.

Inclusive, essa é uma das maravilhas criadas por alguém no mundo e que a gente abrasileirou tão bem. E pra mostrar que ela tem diversas facetas, o pessoal do buteco Galeto Sat’s, do RJ, criou um sanduíche que você vai adorar fazer em casa: o Cacetinho do Sat’s, que são sanduíches com carne de músculo assado e desfiado, e o molho é de cerveja preta!

Bem a cara do buteco, do brasileiro e da nossa fome!

Portanto, bora salvar essa receitinha digna de buteco pra você fazer hoje mesmo ou lá no final de semana, pra servir pra galera!

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De acordo com as próprias palavras do pessoal do Galeto Sat’s, “o músculo é limpo de toda a gordura, temperado secretamente, refogado e mergulhado na cerveja, onde cozinha sem pressa soltando seu próprio molho no pão nosso de cada dia. E o que dizer da mostarda artesanal agridoce, feita em casa pela dona Elaine?”

Não sabemos dizer, só sentir. Portanto, o vídeo com a receita e o passo a passo tá aí, explicados por eles próprios!

Depois conta pra gente se deu certo! Bom apetite!

Pra fazer em casa: Torresmão do Matuto Bar

Lá em Goiás, o Comida di Buteco é bem pegado! Quem frequenta buteco por lá, especialmente na época do concurso, sabe bem!

São 5 butecos escolhidos para subir ao pódio, todos de uma forma bem merecida. Mas, a gente garante: se pudesse, subia mais, e vocês vão concordar, só por causa desse prato aqui que a gente trouxe hoje!

Quem acha que torresmo e buteco tem tudo a ver, tá certo! Tem mesmo! E lá no Matuto Bar, a escolha de petisco concorrente foi justamente esse torresmo… ou melhor, o TORRESMÃO do Matuto!

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Eles garantem que para um torresmo ser considerado torresmo, em que ter as famosas 3 camadas, senão, é melhor desconfiar!

Então, eles deram a honra demostrar como fazer em casa essa tira de torresmo, com creme de milho picante. Pega o vídeo, com a galera do próprio Matuto Bar contando tudo, e os ingredientes estão logo abaixo!

Ingredientes:

1kg de barriga de porco

Sal a gosto

1 cebola

1 clho picado

Leite

200ml de creme de leite

1 caixa de manteiga

Óleo de soja

6 espigas de milho

Pimenta dedo de moça

Pimenta de cheiro

2 limões

Modo de Preparo:

Para o torresmo, cortar a barriga em tiras largas e compridas, mais ou menos 20×3 cm. Temperar com sal e limão e deixar descansar por uns 10 minutos. Fritar em óleo de soja a 180 graus até que fique bem dourado e crocante. Deixar escorrer bem.

Para fazer o creme, é necessário debulhar o milho. Processar metade no liquidificador com leite e coar. Processar a outra metade do milho com leite porém não coar.

Cortar e bater a cebola e o alho. Cortar bem pequeno as pimentas e reservar. Refogar a cebola, alho e pimentas na manteiga até ficar transparente. Entrar com todo o creme de milho. Cozinhar e mexer por uns 25 minutos até eliminar o sabor de amido. Ajustar o sal e finalizar com creme de leite. Na hora de servir adicionar raspas de limão.

 

Para comemorar, 7 curiosidades sobre a Cachaça!

Quando se fala em transformação de vida, tendo os butecos como principais ferramentas, é com a gente mesmo!

Nosso forte é a comida, mas, há alguns anos, outro elemento, que já faz parte da história do Brasil, tem se saído muito nobre por essa luta pela independência também butequeira: a CACHAÇA! Sim, a própria, que já falamos aqui na semana passada.

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Acontece que, nos últimos anos, a cachaça tem dado a volta por cima e crescido de forma muito expressiva no mercado, ajudando cada buteco e negócio familiar. É um combo de respeito: comida raíz, com receitas familiares, e a boa e velha cachaça!

É por isso que, a cada ano, o buteco tem se tornado uma figura das mais típicas representantes da cultura brasileira!

O Dia Nacional  da Cachaça surgiu em 2009, em BH! Ela é a 3ª bebida destilada mais vendida do mundo e a 2ª bebida mais vendida no Brasil, perdendo apenas para a cerveja.

Por isso, para comemorar, o pessoal doO Povo Online reuniu 7 curiosidades sobre a cachaça que, muito provavelmente, você não conhecia.

Bora tomar nota:

1 – Fica no Ceará,em Maranguape, o maior barril de cachaça do mundo! Isso está registrado no Guinness Book, porque aqui a cachaça é coisa séria!

2 – Como já dissemos aqui, a cachaça é o símbolo da independência brasileira!

3 – É muito importante que se mantenha a umidade alta no local onde a cachaça é envelhecida, afinal, isso influencia na qualidade!

4 – É a Alemanha que mais importa nossa cachacinha! Na sequência vem os Estados Unidos.

5 – A maior parte dos barris existentes no Brasil são provenientes da Escócia.

6 – Pelos registros butequeiros, foi em 1516 que montaram o primeiro engenho, lá em Pernambuco.

7 – Acredita-se que a palavra cachaça tenha vindo de cachaza, nome espanhol dado ao vinho de borra.

 

E aí, qual dessas você sabia?!

Depois dessa abastecida no assunto, a gente já pode partir pro buteco, pra comemorar com um cachacinha, como manda o figurino!

 

 

07/09: o dia em que se celebra também a comida brasileira!

Rio de Janeiro. Brasil. Ano de 1822. Alguns goles de cachaça. O que isso tudo tem a ver?

Tem a ver que o buteco não é a cara do Brasil à toa, minha gente. A gente tem um pézinho ali, histórico, bem na Independência do Brasil. Primeiro por causa da Revolta da Cachaça que, se você não aprendeu na escola, nós contamos aqui nessa verdadeira aula de história bem ao estilo butequeiro – clique aqui!

A cachaça é o primeiro e grande símbolo da Independência brasileira, já que representou a resistência da colônia às imposições portuguesas. Tudo começou ali, com nossa cachacinha. Aliás, como também já contamos nessa matéria, diz o pessoal que D. Pedro I comemorou a Independência do Brasil brindando com cachaça. Não duvidamos, porque a gente faria o mesmo no lugar dele. A cachaça, de modo geral, é tão símbolo histórico brasileiro, que esteve presente em muitos outros momentos, mas você vai precisar entrar ali naquela matéria pra conferir!

Cachaça: simbolo da Independência Brasileira

Agora, além da cachaça, podemos dizer que somos SIM independentes e ÚNICOS em vários aspectos, e a culinária é um deles. Nossa comida também remete desse período, sendo originada, primeiramente, da mistura indígena, africana e portuguesa da época do Brasil colônia. Também tínhamos a influência holandesa, espanhola e, com o passar dos anos, até os dias de hoje, a japonesa, italiana, francesa, entre tantas outras. Por isso, nossa culinária é única! Também contamos com ingredientes incríveis, que vêm da nossa terra.

A forma como adquirirmos uma identidade, com a união de tantas outras identidades, é que torna a nossa cultura e o nosso país incríveis! Não dá nem pra dizer qual é a culinária típica brasileira, porque cada região tem suas características, mas também é difícil apontar a comida típica de cada região, porque são muitas!

Sendo assim, o país pode passar por diversos problemas diários, que nos fazem até questionar essa tal independência, mas, do ponto de vista cultural, em todos os sentidos, dá pra concordar com a máxima que diz que “o Brasil só não domina o mundo porque não quer!” :P

Sendo assim, comemorem, porque com a Independência do Brasil nós celebramos o surgimento da melhor culinária do mundo: nossa comida simples, temperada, diversificada e cheia de segredos é o que nos torna uma pátria independente e cheia de motivos para sorrir!

Viva a comida brasileira e butequeira!

 

Receitas de dois tira-gostos campeões do Bar do Tuim!

Os dois a 80km/h, numa corrida, qual chegaria primeiro à sua mesa?

Obviamente, os dois. E não é nenhum crime pedir dois petiscos não, pelo contrário, principalmente depois que você souber que os dois também estiveram no pódio do Comida di Buteco nos anos em que participaram.

O Bolinho Tuim, esse bolinho de bacalhau mais acima, foi a criação do Bar Chopp Tuim para o Comida di Buteco 2015, em Porto Alegre, e não ganhou por pouco: eles conquistaram o 2º lugar no pódio! No ano seguinte, em 2016, acabaram campeões do Comida di Buteco com outro petisco. O Bolinho Tuim é um autêntico bolinho de bacalhau servido com limão, daqueles que a gente não acha outro igual!

Já esse outro abaixo, o Navegar É Preciso, ainda está fresco na cabeça do povo: ele foi o vencedor do Comida di Buteco 2017, em Porto Alegre! E não bastando, ainda ficou no pódio na etapa nacional do Concurso, disputando o título de Melhor Buteco do Brasil, ficando em 3º lugar! Esse é um Bacalhau às natas com lula defumada, gratinado com torradinhas e parmesão, sensacional!

Então, a receitinha da semana vem com bônus, pra você escolher qual vai querer fazer, seja na semana pra dar aquela quebrada, ou no final de semana pra tomar com a sua cervejinha!

Primeiro, a receita do Bolinho Tuim!

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Ingredientes
1kg de bacalhau desfiado
1kg de batata
2 cebolas medias
1 molho de tempero verde
Pimenta do reino a gosto
2 a 3 ovos

Modo de preparo
Dessalgar o bacalhau e cozinhar. Cozinhar a batata e amassar. Picar a cebola e o tempero verde em tiras bem finas. Misturar tudo e acrescentar os ovos. Fritar em óleo bem quente e deixar ao ponto. Servir com limão.

Bom apetite!

Agora, o campeão de 2017 em Porto Alegre, “Navegar é Preciso”:

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Ingredientes
2 cebolas
4 dentes de alho (refoga no azeite de oliva)
1kg de bacalhau
1kg batata rosa
200g lula defumada
1 tempero verde com cebolinha
1,5 pote de nata
50 gramas de parmesão
Três torradas esfareladas

Modo de preparo
Dessalgar o bacalhau, cortar batata em cubos. Cozinha bacalhau e batatas juntos. Pica a lula defumada, pica tempero verde e cebolinha. Desfia o bacalhau, mistura todos os ingredientes e coloca em um refertário.

Por cima acrescente parmesão ralado e farelo de torrada. Leve ao forno por 20 minutos a 200 graus e sirva-se.

 

Gostou? Qual vai fazer primeiro aí na sua casa?!

Aprenda a Costelinha vencedora do Comida di Buteco em Belém!

Qual receita você adoraria ver aqui no Blog? Conta pra gente nos comentários qual foi o buteco que você mais curtiu ter passado no Comida di Buteco 2017, que a gente vai atrás da receita do petisco participante pra você!

Hoje a gente trouxe um que foi sucesso demais, tanto que ganhou lá em Belém, e é um prato que MUITA GENTE AMA, porque é nada mais, nada menos, que Costelinha!

Portanto, bora de Costelinha Raio de Sol hoje, criado pelo Boteco da Nina!

O petisco vai acompanhado de flocão de milho molhada no leite de Castanha do Pará e com geleia de abacaxi!

Não é a primeira vez que o Boteco da Nina vence o Comida di Buteco, então vai na fé que essa receita é certeira!

Ingredientes para o porco

06 ripas de costelinha suína (da magra, dá quase meio quilo)

02 limões

200 ml de suco de laranja

01 cebola

01 colher de chá de alecrim

01 colher de chá de pimenta do reino

01 colher de chá de sal

04 dentes de alho

Salsa a gosto

 

Modo de preparo

Bata no liquidificador o suco de laranja, cebola, alecrim, pimenta do reino, alho, sal e a salsa. Deixe a carne, que já foi lavada com o limão, marinando nessa mistura por 6h.

Depois desse tempo, enrole em papel alumínio e leve ao forno por 2h em fogo alto. Então retire do papel alumínio e deixe dourar por 15 minutos.

Enquanto isso, faça o acompanhamento.

Ingredientes para a farofa de cuscuz com leite de castanha:

1 xícara e meia de flocão de milho

1 xícara de água

sal a gosto

200 gramas de Castanha do Pará

01 tomate

01 cebola

01 punhado de cheiro verde picado

Modo de preparo

Coloque em uma vasilha plástica o flocão e a água. Deixe hidratar por 15 minutos. Depois coloque por 3 minutos em potência máxima no microondas. O ideal é colocar um prato por cima.

Enquanto cozinha, bata no liquidificador a metade da Castanha do Pará com 300 ml de água. Fica um leite.

Por fim, misture o leite da castanha, ao cuscuz. Adicione o tomate, a cebola, o cheiro verde e a outra metade da castanha triturada.

Ingredientes para a geleia

Meio quilo de abacaxi picado

250 gramas de açúcar refinado

02 pimentas dedo de moça picada, mas sem as sementes

Modo de preparo

Cozinhe em fogo baixo o abacaxi e o açúcar, até ficar em ponto de geleia, deixe esfriar e adicione as pimentas.

O prato está pronto! A porção serve até 3 pessoas! A receita criada no Pará vai competir na etapa nacional do concurso Comida Di Buteco!

 

Dono de buteco de pai pra filho!

Nesse dia tão especial, como não se lembrar da figura paterna que muitas vezes envolvem os butecos que frequentamos, não é? Como não lembrar esses pais que encontraram no buteco uma forma de buscar o sustento para a família, levando o negócio com tanto amor, mas tanto amor, que acabou passando para seus filhos e filhas.
Aliás, esses caras são figuras tão especiais – na vida e no buteco – que provavelmente muitos de vocês já se sentiram meio filhos de algum dono de buteco que você frequenta, porque ele sempre te recebe tão bem, que parece que está recebendo um filho em casa!
Para homenagear os pais, em especial os pais butequeiros e donos de buteco, trouxemos hoje um resumo de alguns butecos que passaram de pais para filhos e que tem histórias tão bonitas, que talvez você nem conheça, mas vale muito a pena!
Começando pelo Bar do Cidinho, de São José do Rio Preto, o Alcides herdou o buteco do pai (que, por usa vez, herdou do avô), fundado em 63, que passou para o irmão e depois para ele. Hoje, o climão familiar é tanto que até a filha e o marido também já trabalham no buteco!

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Ainda em Rio Preto, o 7 Copas é comandado pelo Jaca, abreviação de Jacaré, o Sidnelson. O buteco e o amor por ele vieram de seu pai, que abriu o buteco, e ele sempre funcionou na casa da avó. Hoje, o filho dele também já começa dando uma mãozinha por lá – a história vai se repetindo. São muitas gerações envolvidas, onde o centro ainda é ele, o paizão!

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O Bar do Momo, lá no RJ, é um dos mais tradicionais da Tijuca e todo mundo que frequenta conhece o clima caseiro, das mesinhas nas calçadas, às receitas de família, ao clima de amor entre pai e filho, o Tonhão e o Toninho, duas figuras também já tão conhecidas!

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E o Bar do Berinjela, em SP? Esse é outro grande clássico entre os butecos da cidade. E sim, tudo começou pelo pai, Zé Berinjela, com uma barraca de feira, vendendo adivinha o que? Berinjela, isso mesmo! E não só o buteco veio de seu pai, mas o apelido também.

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Esses são apenas ALGUNS dos butecos participantes que são, acima de tudo, um negócio de família, que foi iniciado pelo pai/avô e passado adiante para os filhos!

Parabéns a todos os pais que mencionamos acima, aos pais que estão lendo, e a todos os pais butequeiros, pelo dia merecido de vocês!

E vocês aí, conhecem muitos butecos que tem um histórico familiar e um grande paizão no centro de tudo? Compartilhe a historia dele com a gente! Ah, e se você for desses paizões butequeiros, também!

Um Feliz Dia dos Pais a todos, comemorem muito, vocês sabem aonde! :P

Aprenda a fazer a Panceta à Pururuca do Famoso Bar do Justo

Essa dica é de dono de buteco pra dono de buteco, de butequeiro pra butequeiro! O Valtinho, proprietário do Famoso Bar do Justo, que já foi campeão do Comida di Buteco, além de vice em várias edições, um cara e um buteco que são amados, muito frequentado, com uma comida de dar água na boca, deu um toque com a fórmula do sucesso: a Panceta à Pururuca é um prato que PRECISA estar no cardápio do seu buteco, sem dúvida!

Segundo o Valtinho, que está no Famoso Bar do Justo desde 1 de Janeiro de 1969, nunca na história do buteco um petisco fez tanto sucesso e é por isso que ele considera a Panceta à Pururuca um verdadeiro petisco de buteco – ele passou de 20kg produzidos por semana, para 160kg por semana!

Olha a carinha dela aí!

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Aqui, o Valtinho explica um pouco do sucesso dessa maravilha, com toda a emoção de um cara que tem o buteco como sua vida!

 

E aqui, a receita dessa delícia! Se você é dono de buteco, teste em seu estabelecimento. Se você é frequentador de buteco, leve até o dono do seu buteco do coração, porque pode ser que ele não tenha visto isso aqui! :P

Pra fazer em casa: Saudosa Maloca, o bolinho de milho e carne seca do Bar do David/RJ!

Como de costume, a gente não quebra a corrente do bem nunca nessa vida! Por isso, tudo que for bom pra todo mundo, a gente compartilha mesmo.
A boa notícia de hoje é que a gente trouxe uma das delícias mais bem votadas no Comida di Buteco 2017: o Saudosa Maloca, criado pelo Bar do David, campeão do Rio de Janeiro pelo segunda vez! Se foi bem votada é porque tem o selo de garantia que é bom mesmo, né?!
E por isso, o Brasil todo merece experimentar. Bora tentar fazer em casa? A receita é do próprio Bar do David e promete ficar sensacional se você seguir a risca, direitinho! Obs: nada descarta uma visita ao Morro Chapeu Mangueira pra provar a original, feita pelo próprio David, com segredos que não são revelados nem sob tortura! :P

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Ingredientes

1 colher de sopa de margarina
1 cebola batida fina
1 dente de alho amassado
1 lata de milho batido em liquidificador
1 copo de leite (250ml)
1 copo de farinha de trigo (250ml)
2 colheres de sopa de fécula de batata
250g farinha de rosca
100g queijo ralado
2 ovos batidos
Salsinha, pimenta e sal a gosto

Recheio:

250g carne seca
100g queijo prato
1 cebola roxa
1 alho poró
2 colheres de sopa de salsa picada
Azeite para refogar
Reserve o queijo para montagem do croquete, e refogue todos os outros

Molho:

250g de azeitona verde
500g maionese
1/2 Mole de coentro
2 pimentas dedo de moça


Modo de Preparo:

Refogue os primeiros ingredientes, junte o milho batido, adicione o leite, farinha de trigo, cozinhe bem até formar uma massa maleável, deixe esfriar.

Faça os croquetes, abrindo na mão, colocar um cubo de queijo e a carne seca já refogada, passe no ovo batido e na farinha de rosca misturada com queijo ralado.
Frite em óleo quente.

Bater tudo no liquidificador.

 

Aprenda a fazer o Bacalhau da Dona Arminda, petisco do Melhor Buteco do Brasil!

Se você até agora não fazia ideia do que preparar nesse final de semana, seja pra receber alguém em casa, seja pra tomar enquanto conversa, ou pra simplesmente degustar enquanto toma aquela cervejinha de lei, já pode parar, porque a gente chegou não só com a receita de um petisco, mas com a receita do petisco que é OFICIALMENTE o melhor do Brasil: ele, o Bacalhau da Dona Arminda, do Bar do Jão, de SP!

 
Portanto, separe os ingredientes, o preparo é rápido, mas exige concentração, mas é pra comer já com vontade de repetir. Portanto, se vale a dica, já faz a mais! :P

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Esse petisco leva lombo de bacalhau defiado, quinoa, linhaça, tomate, azeitona preta, e a gente experimenta junto com uns pãezinhos com azeite de ervas (quem também tem o passo a passo) e tempero!

Então, vamos lá. Separe:

  • 500 g de lombo de bacalhau
  •  3 cebolas roxas
  •  3 tomates
  •  1 maço de salsinha
  •  1 maço de cebolinha
  •  6 azeitonas pretas portuguesas sem caroço
  •  100 g de quinoa
  •  Azeite de ervas (confira abaixo)
  •  50 g de linhaça
  •  Pão em baguete


Modo de Preparo
Dessalgue o bacalhau e depois ferva-o por, aproximadamente, 30 minutos. Corte as cebolas e os tomates em cubos. Pique a salsinha, a cebolinha e as azeitonas pretas e reserve. Ferva a quinoa até ela começar a abrir e depois coloque-a em uma vasilha com água gelada e cubos de gelo, para gerar um choque térmico. Junte todos os ingredientes já citados, regue com azeite, polvilhe a linhaça e fatie os pães como acompanhamento.


Azeite de ervas
Misture 20 ml de azeite extra virgem com os seguintes ingredientes (a gosto): pimenta preta, pimenta calabresa, alho em pó, alho fresco, flor-de-sal, alecrim, manjericão, orégano, salsinha, cebolinha e pó com aroma de fumaça.

 

Feito isso, bom apetite!!!