BLOG PAPO DE BUTECO: FIQUE POR DENTRO

Os bloquinhos de buteco!

Duas coisas que BOMBAM no carnaval e não podem deixar de existir: os bloquinhos e os butecos, onde o bloco se encontra, se concentra e sai… ou não!

É o caso do Pior Buteco do Mundo – sim, esse é o nome do estabelecimento – que concentra o Pior Bloco do Mundo!

O pior fica só no nome, porque o buteco é tradição e alegria pura! Aliás, o Pior Bloco do Mundo é tão apegado ao buteco, que a ideia deles é concentrar e ficar por lá mesmo… O Bloco que nunca sai!

Esse pessoal, que vive o ano inteiro num verdadeiro clima de carnaval e buteco, fica na região de Casa Branca, em Minas Gerais!

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Tem um participante do Comida di Buteco em Goiânia, que é tão carnavalesco quanto o Pior Buteco do Mundo: falamos do Já Já Drinks, que agita o Mercadão de Goiânia!

Aqui, eles trazem a rua pro mercado, que fica lotado e se transforma num bloco gigante!

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Fonte: http://goo.gl/0KiZx3

E o que dizer de BH, que tem resgatado sua memoria carnavalesca nos últimos anos e reacendido a chama dos bloquinhos de rua? Lá os butecos também são lugares de concentrar, esquentar, cantar marchinha, se abastecer e o que mais quiserem, não é preciso partir, o importante é sempre concentrar!

Um dos mais antigos butecos da cidade, o Bar do Orlando, é o ponto de concentração do Bloco dos Pescadores, composto por um pessoal alegre, com vara de pescar na mão e coraçãozinho pra todo lado!

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Fonte: http://goo.gl/QIgDYr

E você aí? Tá se preparando pra se concentrar em que buteco? Com bloco ou não, o buteco é o ponto de partida – e de chegada – de todo carnaval, que no bar não acaba nunca!

A história de SP está em seus butecos!

SP, a cidade que tem ficado mais butequeira a cada dia, completa 462 anos hoje! Imagina quanta historia cabe em todos esses anos, que receberam tantos imigrantes, inclusive! É claro que o reflexo dessa cidade bate justamente – e diretamente – na gastronomia de lá, que é rica, incrível e impossível de se descrever! São Paulo merece os parabéns, antes de qualquer outra coisa, porque abriga um mundo lá – é só visitar os botecos de lá que você vai entender!

É por isso que, hoje, é muito fácil andar por SP e enxergar um pouco de vários lugares pelas ruas: com a força da imigração, muitos butecos se instalaram pela cidade e muitos deles continuam de pé, comandados por suas famílias e fazendo historia até os dias de hoje. Lugares esses que, assim como a maioria, começaram entre suas famílias e amigos, com receitas e temperos de raíz e que, por essa razão, fizeram o cardápio dos butecos de SP, de modo geral, um dos mais variados que pode existir!

Nós adoramos garimpar isso, toda essa tradição em volta de cada um desses butecos! Por isso, quem for ao Comida di Buteco em São Paulo vai encontrar muitos desses butecos que ajudaram a construir a historia dessa megalópole!

Um deles é o Bar do Vito, que foi fundado em 1942 pelo lituano Vitautas Tunneli. Sim, ele é o Vito! Lá, a tradição é o famoso bolinho de carne do cardápio, mas, uma das coisas marcantes do buteco, além da variedade de cervejas de garrafa, são as mesinhas num espaço dedicado a cartas, dominó e sinuca! Falando em bolinho de carne, na edição de 2015 eles participarem com o Bolinho Vito, uma porção de mini bolinhos de carne ao molho curry e uma farofa de banana impecável!

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Outro bar de tradição em São Paulo é o Famoso Bar do Justo, que chegou à cidade em 1949 e ganhou esse nome graças ao seu primeiro dono, que, ao entregar o troco ao cliente, o perguntava se estava justo!

Justo mesmo é que botecos como ele permaneçam de pé, até hoje, carregados de historias e muita tradição! Nesse ano, aliás, o Famoso Bar do Justo venceu o Comida di Buteco com o Costela 40 horas!

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O Amigo Gianotti é outro bar típico de SP, de muita tradição, muitos anos de vida e que é parte fundamental da historia de um dos bairros mais típicos de SP, o Bixiga! Por lá a influência italiana fala mais alto e é muito conhecido com suas fogazzas. Nesse ano, no Comida di Buteco, o tira gosto apostado foi a Costelinha do Fred, um costelinha de porco servida ao molho agridoce de gengibre e abacaxi!

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Fora isso, muitos butecos contam suas historias pelas paredes dos estabelecimentos. Por consequência, a historia de SP também está contada nelas!

Se quiser conhecer SP, conheça seus butecos! Muito amor por essa cidade de bairros tão boêmios!

FELIZ 462 ANOS, SÃO PAULO!

Bangkok e Hong Kong na Volta ao Mundo!

Ano Novo feliz é esse de Juarez: virou o ano de buteco em buteco. Detalhe, pelo mundo! Na última vez em que comentamos as novidades de sua viagem por aqui, ele estava sendo feliz no Vietnam. Agora, ele deu aquela “esticadinha” para Bangkok, um verdadeiro centro de diversões, como todos bem sabem, já que lá tem de tudo, principalmente gente! Quem aí já viajou pra lá e pode curtir um passeio mais boêmio?

A cidade é gigantesca e caótica, inclusive culturalmente falando. Por isso, encontrar bar por lá é muito fácil, difícil mesmo é encontrar no estilo de nossos botequins!

Tudo lá é bem inspirado na cultura de bar de outros países, até mesmo existem bares bem sofisticados. Mas, ao se afastar da área mais turística, Juarez conseguiu encontrar bares com cervejas bem mais baratas, pratos típicos, tudo nas nossas queridas e conhecidas mesas de madeira, com muita simplicidade!

Nos bares da Tailândia, de modo geral, a cerveja é sim a bebida mais popular! Isso nas cidades, por que no interior é bem mais comum encontrar bebidas feitas com arroz, como o vinho e o uísque!

A dica do Juarez, se você quer mesmo encontrar algo que inspire simplicidade, é ir até um desses lugares mais distantes ou até mesmo nos bares improvisados em barracas, carros e até mesmo bicicletas!

Agora falando de comida: ele de novo, o arroz! O petisco é o Kao Pat e o Gang Pet, os mais populares por lá.

O primeiro é um arroz frito com caranguejo e outras carnes.

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Já o outro, é curry apimentado com camarão, leite de côco e, novamente ele, o arroz! :P

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Fonte: http://goo.gl/sI1iHz

Depois de aproveitar a boemia tailandesa, ele seguiu para Hong Kong, um cidade que é inteiramente influenciada pelo domínio inglês, portanto, com grandes características desse povo! Ainda assim, lá são respeitadas e valorizadas todas as tradições chinesas. Por isso, Juarez traduz Hong Kong como um verdadeiro caldeirão de opções tanto gastronômicas, quanto etílicas! Dos botecos caros aos populares, a vida noturna, especialmente, é muito intensa e as opções não faltam!

Bom, de Hong Kong, qual a sugestão de parada de vocês para o Juarez? Onde vocês imaginam que ele não poderia deixar de ir tomar uma gelada de jeito nenhum? Conta pra gente nos comentários e, dentro de alguns dias, contaremos para onde ele foi!

 

 

Parabéns, Belém! ♥

Tucupi, Açai, Filhote, Jambu, quem não conhece tudo isso tá na hora de agendar sua visita à Belém e o ano de 2016 já é, de longe, o ideal pra isso!

Bar-Dois-IrmaosFoto acima do Bar Dois Irmãos. Já essa foto abaixo foi tirada pela @isismargalho, que prestigiou o Comida di Buteco 2015 no Saldosa Maloca!

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Nesse ano, a nossa querida Belém, um dos maiores destaques da gastronomia nacional, completa seus 400 anos de muita tradição, vista bonita, cozinha de raiz das boas, cultura, gente bonita e tudo o que há de melhor!

Há alguns dias, comemorávamos aqui o fato de Belém ter se tornado uma das Cidades Criativas Unesco por causa de sua gastronomia sustentável e a forma como a utilizava para seu desenvolvimento. Por conta disso, Belém agora é referência mundial em gastronomia, título muito merecido! Se você já visitou Belém, mora por lá, ou simplesmente deu uma passadinha e no caminho parou pra petiscar algo, você sabe bem do que estamos falando!

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Para nós é um orgulho promover o Comida di Buteco, tão focado em transformar as vidas dos participantes através de sua cozinha, além de evidenciar as receitas de família, o sabor de cada local e tudo o que a cidade tem a mostrar. Belém é uma de nossas queridas e 400 anos não se faz todo dia. Portanto, vá parabenizar Belém, se você tiver essa chance!

Parabéns Belém! Nos vemos nesse ano tão especial para você, quando começar o Comida di Buteco 2016! ♥

Aliás, vamos deixar aqui só uma cutucada antes de finalizar: o que vocês estão imaginando que os butecos de Belém estão preparando para esse ano?  O tema é livre e a beleza vai ficar por conta do tempero e criatividade de cada um. Só podemos adiantar que o melhor Comida di Buteco de Belém está prestes a acontecer!

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O que é pedir uma cerveja no Vietnam?

Lembram do papo de que butequeiro que é butequeiro se reconhece e se comunica em qualquer lugar do mundo, independente de qualquer coisa?

Pois é, A Volta ao Mundo em 80 Bares tá servindo para isso, principalmente: tornar nosso querido Juarez Becoza a fonte de conhecimento e prova viva de que essa é a mais pura realidade. Já contamos alguns casos vivenciados por ele nesse planeta, mas no Vietnam – sim, ele já chegou lá – a historia se repetiu.

Um das grandes dificuldades em se comunicar com o povo vietnamita é que a língua falada por eles é de pronuncia extremamente difícil, o que anula qualquer esforço de comunicação. Mas tem uma, UMA palavra, que é simplesmente a chave para tudo: Bia. E Bia, meus caros, nada mais é que cerveja. Sim, a palavra mais fácil do vocabulário Vietnamita é a mais pronunciada por nós! E não para por aí, a Bia também tem sua variação: Bia Hanoi, uma cerveja local, distribuída apenas nos botequins locais e que, em alguns casos, não é nem oferecida aos turistas!

Em todo caso, elas são distribuídas de uma forma meio precária, assim mesmo, como na foto. No meio da rua, por mangueiras, distribuídas nos copos em cima de uma tambor. Tirando isso, a competência é o que se sobressai: ela é deliciosa e geladinha!

Com uma experiência dessas, Juarez até esqueceu de beliscar alguma coisa pelo Vietnam, mas dessa vez nem precisava né?

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E nem o fim e começo de ano freia A Volta ao Mundo. Tá por onde, Juarez?

 

 

Filé da Dri pra sua ceia de Natal com o pé no buteco!

Promessa é  dívida e, pra falar a verdade, pra espalhar o clima e a cozinha butequeira por todo canto, em todas as épocas, nós fazemos de tudo!

Abrimos uma votação e, de 5 tira-gostos perfeitos pro Natal, pedimos para que escolhessem um, para trouxéssemos a receita aqui no dia anterior à véspera de Natal. Assim, vocês terão tempo de preparar tudo!

Então, sem mais enrolações, o escolhido pra fazer parte da ceia de milhares de butequeiros foi o Filé da Dri, do Bar da Adriana, que além de delicioso, foi o vice campeão do Comida di Buteco 2015 em BH e se trata de um Filé mignon de porco, farofa de banana com bacon e linguiça mandioquinha frita acompanhado de geleia de abacaxi. Partiu tentar?

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Então atenção aos ingredientes. Separem:

300g de filé mignon de porco

200g mandioquinha frita

Farofa:

Farinha de mandioca

Banana Caturra

Bacon

Linguiça

 

Geleia de Abacaxi:

Abacaxi

Pimenta dedo de moça

Pimenta Calabresa

Açúcar

 

Depois disso, o prato é feito da maneira convencional. Vocês só precisam prestar atenção nesse detalhe aqui. Bora lá:

Filé mignon de porco temperado no sal e alho, molho inglês e açúcar queimado, passado na panela. Mandioquinha pronta frita em óleo quente.

Farofa: Banana caturra picada, bacon e linguiça picados fritos e misturados a farinha de mandioca e tempero.

Geleia: Abacaxi, pimenta dedo de moça e pimenta calabresa batidos no liquidificador, depois é levado ao fogo brando misturando o açúcar até chegar ao ponto de geléia.

 

Bom Natal, muito bom apetite e muita felicidade!

O sucesso do 1º Comida di Buteco em Brasília: Lampião Bar!

Quem já acompanha o Comida di Buteco há certo tempo, sabe que nesse ano de 2015 chegamos a algumas cidades novas. Brasília foi uma delas! Podemos dizer que já chegamos com sucesso total, afinal a repercussão foi incrível, a aceitação e interação do público também, e quem diz isso não somos apenas nós, mas um dos proprietários dos 20 butecos que escolhemos para participar dessa primeira edição e que temos o orgulho imenso de dizer o quanto a sua vida e de seu buteco se transformaram: o Rafael, dono do Lampião! Sim, esse aqui embaixo sorrindo à toa! Ops, à toa não!

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Ele contou pra gente que o Lampião já tem 7 anos de vida e, mesmo com esse tempo de experiência, não imaginava que algo como o Comida di Buteco pudesse ampliar seus negócios de um dia para o outro, assim como aconteceu! Segundo ele, “a aceitação do petisco foi excelente, todo mundo pedindo, comendo e votando. Já tínhamos participado de outros festivais de gastronomia, mas nada com uma proporção tão grande como o Comdia di Buteco”.

Para dar conta disso, o Rafael precisou dobrar sua equipe, comprar novos equipamentos para sua cozinha, se dedicar integralmente, mas que tudo valeu a pena, pois teve um resultado que considerou muito gratificante! E, pelo visto, esse movimento não acabou junto ao fim do Concurso não!

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Essa foi a delícia que batalhou com outros 19 petiscos: Costelinha ao Molho Barbecue com farofa de maça verde! O nome já explica: a costelinha suína é marinada por 12 horas, assada em baixa temperatura e regada ao molho barbecue com farofa de maçã verde!

O prato apesar de mega delicioso, não foi o primeiro vencedor de Brasília, mas já garantiu ao Lampião novos clientes, além da volta de alguns que andavam sumidos da casa! Quer melhor que isso?

Sim! Queremos o Lampião no Comida di Buteco 2016! Brasília, nos aguarde!

 

Volta ao Mundo em 80 bares: Malásia

Exatamente, a próxima parada de Juarez Becoza, em sua Volta ao Mundo, foi em um país em que o islamismo é sua religião oficial! Aliás, por isso mesmo, é um cenário muito complicado para bares, já que sua tradição é bem próxima à cultura mulçumana, e é por isso que eles quase não existem por lá. Quando existem, não servem bebidas alcoólicas.

Sendo assim, para essa missão, o foco foi a capital Kuala Lumpur, que se diferencia um pouco dos outros cenários pela presença de muitos estrangeiros. Por conta disso, lá existem muitos bares, embora todos sigam um estilo bem internacional, mantendo um alto padrão. Como exceção, Juarez encontrou em Chinatown as verdadeiras e tão conhecidas por nós comidas de rua, com bares vendendo bebidas populares e aquelas comidas de inspiração chinesa.

Então, é de se concluir que o cenário das bebidas alcóolicas na Malásia não é tão excitante, mas podemos destacar a cerveja Tiger, que tem muita fama e consumo em Cingapura, mas totalmente de origens Malaias.

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E já que o cenário etilíco não é dos mais curiosos, vamos ao que interessa: o cenário gastronômico!  Assim como em Cingapura, a parada anterior à Malasia, a comida por lá é uma verdadeira mistura de culturas e etnias, e a de Kuala Lumpur principalmente. Entre pratos como os famosos e típicos Nasi Lemak e Satay, Juarez Becoza destaca o Roti Kanai, um pão que, entre tantas misturas, é o que melhor representa o grupo de petiscos exclusivamente malaios. Ou seja, se rolar uma visita à Malásia, já sabe o que pedir nos bares.

O Nasi Lemak é um arroz com anchovas, cordeiro, legume e curry!

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Satay , ou Sate, como é mais chamado na Malásia, são esses espetinhos acompanhados de molhos especiais.

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E o Roti Canai, esse pão ázimo com recheios!

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Curtiram? Essa é só uma pitada do que ele passou pela Malásia, um lugar de extrema efervescência diária e muita, mas muita gente!  Continuem atentos, pois o próximo passo de Juarez Becoza, nosso aventureiro atrás do buteco – não perfeito, mas da forma como é em cada lugar – fez sua próxima parada no Vietnam! O que esperar de lá? Conseguem imaginar?

Acompanhem também o A Volta ao Mundo em 80 Bares.

 

A aventura digna de cinema em Cingapura

E o nosso Juarez, parceiro de viagem, achando que tomar uma gelada havaiana seria o que de mais incrível teria visto, né? Ele contou pra gente que, mal sabia, mas andando um pouquinho mais pra frente, pararia em Cingapura e, lá sim, tomaria o que agora ele considera como uma das melhores bebidas da sua vida! E olha que estamos falando de uma vida cheia de buteco e aventura gastronômica, hein?

Bom, em Cingapura ele contou que viveu uma aventura digna de cinema, onde ele passou duas incríveis horas no bar D.Bespoke. O bar, em si, é diferente de tudo o que a gente já encontrou aqui no Brasil, mas tem uma característica sensacional que, de alguma forma, nos remete a alguns dos mais tradicionais botequins brasileiros: não tem cardápio. Pra que, né? Quando o petisco ou a bebida são tão aguardados, ninguém precisa de cardápio pra escolher, tem que confiar na tradição do bar!

Enfim, uma experiência bem exclusiva, onde o garçom o atendeu de maneira muito calma e caprichou cuidadosamente no preparo das bebidas, tudo isso enquanto Juarez aguardava em uma poltrona. Sim, é daqueles bares que vale mais a experiência que se passa lá dentro.

Tá aí o tal garçom, preparando com cada movimento milimetricamente contado, um dos drinques do Becoza:

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E, aqui, uma das características que tornou essa visita ainda mais emocionante: o bar é uma sapataria de fachada. Os sapatos realmente estão à venda para quem quiser comprar, porém, você precisa avisar à vendedora, que na verdade é a dona do bar disfarçada, que seu desejo é apenas visitar o bar. E, assim, chamado por uma campainha secreta, surge de uma porta falsa o garçom que te levará para uma das experiências etílico gastronômicas mais memoráveis da sua existência.

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E aqui, eis algumas das delícias que ele andou provando pelas ruas e butecos de lá. Cingapura é incrível!IMG_8053

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IMG_8131 (2)Aguardamos mais notícias suas, querido Juarez Becoza! Lembrando que vocês também podem acompanhar o blog A Volta ao Mundo em 80 Bares!

Depois de dias cruzando o Pacífico, a Volta ao mundo foi tomar uma gelada no Havaí e nas Filipinas

Depois de se aventurar em terras Americanas, Juarez Becoza, nosso parceiro aventureiro e explorador da vida butequeira, agora como autoridade internacional no assunto, cruzou o oceano Pacífico!

Exatamente, ele cruzou o Pacífico em um navio, por 30 dias, e adivinha qual foi o passatempo preferido durante esse tempo? Acertou quem disse ou pensou nos bares do navio.

Agora, entre as paradas, ele tinha algumas poucas horas para aproveitar e extrair o máximo dos butecos das regiões. Eis que ele parou – cambaleante depois da longa viagem de navio – em um lugar onde você talvez já tenha pensado em surfar, mas não em sentar em uma mesa de buteco e pedir uma gelada acompanhada do tira-gosto da região: Havaí! A cidade: Honolulu.

Lá, ele foi visitar o Hanks, um bar raro nas ilhas do pacífico por um detalhe que vocês provavelmente estão imaginando aí: não, nesse buteco não tem colares de flores, drinks coloridos ou aquele ar paradisíaco comum por lá.

O Hanks tem como proprietário o Hank, um artista plástico que abriu o bar com a intenção de expor suas obras e nada mais. Assim como acontece muito aqui no Brasil, como obra do acaso ele fez um buteco sensacional sem querer.

Conversando com o pessoal do buteco , tipicamente havaianos, ele descobriu logo de cara a cerveja típica de lá: a longboard! Olha aí:

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Honolulu

Saindo da Ilha mais requisitada de todas, hora de embarcar no navio e seguir viagem onde, dias depois, ele faria sua próxima parada: Filipinas, mais exatamente em Puerto Princesa, onde ele viveu uma experiência para além do intuito etílico e gastronômico!

Foi lá que ele contratou um tuk tuk na rua, para fazer sua viagem em busca dos butecos filipinos, quando se deparou com o primeiro buteco a lhe chamar a devida atenção pela varandinha de bambus coloridos. Foi recebido pela proprietária, que pela primeira vez nessa volta ao mundo, não falava nenhuma língua na qual ele pudesse estabelecer uma comunicação.

Mas a sorte – e o fato da cerveja ser o primeiro amor mundial – confirmou que, não importa onde você esteja, estamos unidos por nossas almas butequeiras: ele pediu uma cerveja e foi entendido. Cerveja, em quase todos os dialetos Filipinos, não importa qual seja, chama-se Cerveza!

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Agora, sobre o petisco de lá, não podemos dizer que é tão universal sim. Lá existem muitos petiscos típicos, como os feitos com porco à pururuca, mas o que ele realmente teve a chance de experimentar foi esse aqui que, pela carinha, vocês jamais diriam, mas é carne de crocodilo, o famoso Sisig de Crododilo, uma das delícias do lugar!

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Aguardem as próximas notícias dessa Volta ao Mundo. Mundo esse, que tem ficado cada vez mais diferente e mais parecido com o que vivenciamos por aqui!

E aí, Juarez. Ta por onde?

Para acompanhar mais detalhes da melhor Volta ao Mundo em 80 Bares, acesse também o blog do Juarez Becoza.