Dia do Samba!

É aquela coisa, gente que tem a alma livre gosta mesmo é de tudo que é simples e democrático. Por isso que, se você está aqui, é porque curte um buteco – a primeira coisa mais democrática no Brasil.

Mas hoje é um dia especial… a segunda coisa mais democrática no Brasil – o samba – é comemorado!

E pra provar que a gente coloca o samba no pé – ou algo parecido com samba – em todos os momentos da vida, separamos esses gifs. Se idêntifica?

A gente samba até quanto não sabe sambar…

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Sambamos independente de quem somos…

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Sambamos até mesmo pra comemorar o fim de um discurso…

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Sambamos porque temos a certeza que somos maravilhosos

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Sambamos na tela da TV no meio desse globo…

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Sambamos porque ninguém ta vendo…

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Ou porque tá todo mundo vendo…

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E sambamos por tantos outros motivos! ♥

E você, samba em que momentos?

Transformação de Vidas: Uberlândia

Para nós e para todo bom apreciador da vida butequeira, o tamanho do buteco pouco importa, o que importa mesmo é o sucesso da receita!

Assim nasceu o Comida di Buteco e assim é que, ano após ano, os butecos participantes conseguem dar uma guinada em suas histórias, em todas as cidades envolvidas.

Em Uberlândia temos dois ótimos exemplos de transformação de vidas. Um é o Bar do Betão, o outro é o Bar do Carlinhos. Só para que possam entender melhor, os dois possuem 24 e 25 anos de vida, respectivamente.

No caso do Bar do Betão, no centro de Uberlândia, eles estão no Comida di Buteco desde a sua primeira edição –inclusive ano que vem já estamos indo para 10ª edição na cidade! O José Gilberto (Betão), proprietário do buteco, na ultima edição realizou um investimento de 10 mil  reais no buteco, além da contratação de mais uma cozinheira e dois garçons. Com esse dinheiro, ele reformou os banheiros, uniformizou a equipe, pintou o estabelecimento, enfim, melhorou a estrutura de modo geral para que pudesse acomodar melhor o público visitante durante o concurso; E não deu outra: ele próprio afirma que alavancou seu faturamento em 80%!

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Já o Bar do Carlinho, do seu José Carlos Alves de Medeiro, conta que além de melhorar o cardápio do buteco, também melhorou os banheiros e colocou mais mesas para receber o pessoal. Ainda segundo ele, no início, o buteco possuía apenas duas mesas de sinuca e banquinhos que ficavam próximos ao balcão. Eles continuam no mesmo espaço, mas a estrutura é bem melhor, “Construí mais um banheiro feminino. Além de boas receitas, treinamento recebido, sugestões de especialistas, e de ter meu estabelecimento divulgado pela mídia, tenho pratos que criamos com o incentivo desse concurso e é lider de vendas até hoje. O evento força a gente fazer algo inovador. Se estou onde estou hoje, devo ao Comida de Buteco”, contou ele, em entrevista.

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Essa é a historia butequeira de Uberlândia, uma cidade recheada de novos butecos, que crescem a cada ano, mas também de antigos butecos que sobrevivem mesmo que com tantos novos estabelecimentos, aceitando os desafios e melhorando sempre!

Conhece alguma história de buteco em Uberlândia ou em outra cidade que o resto do Brasil precisa saber? Conta pra gente aqui!

Para nós e para todo bom apreciador da vida butequeira, o tamanho do buteco pouco importa, o que importa mesmo é o sucesso da receita!

Assim nasceu o Comida di Buteco e assim é que, ano após ano, os butecos participantes conseguem dar uma guinada em suas histórias, em todas as cidades envolvidas.

Em Uberlândia temos dois ótimos exemplos de transformação de vidas. Um é o Bar do Betão, o outro é o Bar do Carlinhos. Só para que possam entender melhor, os dois possuem 24 e 25 anos de vida, respectivamente.

No caso do Bar do Betão, no centro de Uberlândia, eles estão no Comida di Buteco desde a sua primeira edição –inclusive ano que vem já estamos indo para 10ª edição na cidade! O José Gilberto (Betão), proprietário do buteco, na ultima edição realizou um investimento de 10 mil  reais no buteco, além da contratação de mais uma cozinheira e dois garçons. Com esse dinheiro, ele reformou os banheiros, uniformizou a equipe, pintou o estabelecimento, enfim, melhorou a estrutura de modo geral para que pudesse acomodar melhor o público visitante durante o concurso; E não deu outra: ele próprio afirma que alavancou seu faturamento em 80%!

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Já o Bar do Carlinho, do seu José Carlos Alves de Medeiro, conta que além de melhorar o cardápio do buteco, também melhorou os banheiros e colocou mais mesas para receber o pessoal. Ainda segundo ele, no início, o buteco possuía apenas duas mesas de sinuca e banquinhos que ficavam próximos ao balcão. Eles continuam no mesmo espaço, mas a estrutura é bem melhor, “Construí mais um banheiro feminino. Além de boas receitas, treinamento recebido, sugestões de especialistas, e de ter meu estabelecimento divulgado pela mídia, tenho pratos que criamos com o incentivo desse concurso e é lider de vendas até hoje. O evento força a gente fazer algo inovador. Se estou onde estou hoje, devo ao Comida de Buteco”, contou ele, em entrevista.

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Essa é a historia butequeira de Uberlândia, uma cidade recheada de novos butecos, que crescem a cada ano, mas também de antigos butecos que sobrevivem mesmo que com tantos novos estabelecimentos, aceitando os desafios e melhorando sempre!

Conhece alguma história de buteco em Uberlândia ou em outra cidade que o resto do Brasil precisa saber? Conta pra gente aqui!

Receita de buteco pra fazer no sábado!

Se a sexta-feira é o dia que todo mundo passa a semana toda esperando, o que dizer do Sábado? É o ápice? O sábado é aquele dia que você acorda querendo ser muito mais feliz que o comum, só fazer coisas incríveis e até bate aquela disposição de ousar na cozinha, aí você convida os amigos e pronto… o que fazer?!

Se quer uma dica, faz esse Escondidinho de Costela de Boi com Aipim, que foi criação do A Lapinha para uma das edições do Comida di Buteco e é SEM ERRO, é fácil de fazer, é deliciosamente maravilhoso, e todo mundo AMA a receita!

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Papel e caneta na mão, o desafio tá lançado!

Para o purê, você vai precisar de:

– 1 xícara(s) de chá de leite

– 600 grama(s) de aipim cozido

– 1 colher(es) de sopa de manteiga

Para o recheio, separe:

– 2 colher(es) de sopa de manteiga

– 1 alho-poró médio picado

– 1 cenoura média picada e levemente cozida

– 1 lata(s) de tomate pelado picado

– Cebolinha a gosto

– 500 grama(s) de costela de boi temperada a gosto cozida na panela de pressão e desfiada

– 1 bisnaga pequena de requeijão

Modo de preparo

Purê

Misture o aipim cozido, com leite fervido e a manteiga. Bata no liquidificador até obter um creme homogêneo. Reserve.

Recheio

Derreta a manteiga e refogue o alho-poró a cenoura e os tomates. Acrescente a costela desfiada com um pouco de seu caldo de cozimento e deixe apurar. Desligue o fogo e acrescente a cebolinha. Misture rapidamente.

Para a montagem coloque metade do purê no fundo de uma travessa – ou de pequenas cumbucas, se quiser fazer porções individuais. Acrescente o recheio, cubra com requeijão e depois com o restante do purê de aipim.

Salpique queijo parmesão por cima leve ao forno para gratinar. Decore com pimenta biquinho.

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A influência afro na cozinha brasileira

Um dia pra se respeitar e refletir: o Dia da Consciência Negra. E mais que isso, dia de relembrar que ela tá tão enraizado na nossa cultura e presente em nosso dia a dia, que já é parte de nós: o relevo dessa cultura afro e o impacto na evolução da cultura brasileira e, mais ainda, na gastronomia brasileira, que é profundamente inspirada nas culturas afro!

Aliás, tem muita coisa que as pessoas nem sequer imaginam que foi herdada dos povos negros, mas foi sim. Na gastronomia, por exemplo, não só os ingredientes, mas também a forma de se temperar e montar os pratos foi herdado!

Alguns desses petiscos são tão incríveis que alguns já viraram patrimônio cultural, como é o caso do Acarajé, tão presente em algumas receitas do Comida di Buteco 2016, não só é nacionalmente conhecido, como também é Patrimônio Cultural NACIONAL!

Exatamente!

Alguns butecos, que já servem essa delícia e são afiados nas receitas, resolveram reinventá-las, sem perder o sabor e a origem, apresentados os pratos de uma forma mega diferenciada – outro ponto que veio muito do povo negro: a capacidade de criar e se refazer!

O Jeitão da Baiana, do Rio de Janeiro, por exemplo, criou o Delícia de Yaya, uma porção com 6 mini acarajés  de feijão fradinho, tempero surpresa a base de gengibre e canela servido com camarão seco, vatapá e cururu! Pra não só delicioso, mas simbólico!

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O Bar do Dodo, de Goiânia, criou o Acarajé Goiâno, um bolinho de milho, montado tipo acarajé, com molho de frango, linguiça e molho de tomate e cebola!

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Em BH também teve essa influência: o Bar da Leila fez o Minas com Bahia, um bolinho de acarajé com carne seca na manteiga de garrafa.

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E a Feijoada? Ela virou preferencia nacional nas mesas e tem até um dia da semana especialmente dedicado a ela, em praticamente todas as cidades brasileiras. Qual é o dia da feijoada em sua região?

Aqui no Comida di Buteco ela também ganhou várias releituras, de vários lugares do Brasil!

O pessoal do Bar do Mariano trouxe essa delícia de uma forma talvez nunca imaginada, mas que casou muito bem e vale a pena experimentar:  Hot K Rio K 2016, uma feijoada com todos os seus devidos elementos, mas no formato de hot roll! São 6 unidades de hot recheado, com carnes nobres da feijoada, sobre uma camada de couve, acompanhado de torresmo moído e molho de caldo de feijão e laranja.

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O Bar do Alto, no Rio de Janeiro, também é mestre na arte da feijoada e decidiu caprichar no petisco desse ano: criaram o Princesinha do bar, um rolinho de Feijoada com acompanhamento de vinagrete de Bacon!

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Dica pra facilitar sua vida na cozinha!

“Nossa, mas eu segui a receita di-rei-ti-nho, por qual razão o petisco não ficou igual?”, é a frase mais dita entre as pessoas que AMAM caçar receitas na internet e se aventurar na cozinha.

Saiba que o problema não é com você e a receita não é mentirosa. O mais difícil nas receitas é conseguir seguir exatamente as medidas de ingredientes indicados, por mais simples e explicativas que estejam.

Como saber se a medida que você está colocando é exatamente igual ao que foi pedido? Por exemplo, a medida de 1 xícara corresponde exatamente a quanto de água? E de farinha? E açúcar?

Parece bem simples, mas não é, por isso mesmo trouxemos aqui as conversões dessas medidas para facilitar sua vida e, inclusive, essas imagens criativas que você pode imprimir, recortar e colocar na porta da geladeira, para usar como cola!

As medicas das imagens são mais genéricas, mas ajudam de forma geral…

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E, aqui embaixo, a lista completa com todas as medidas, suas conversões e os ingredientes específicos que se aplicam!!! Façam um ótimo proveito e mandem ver em todas as receitas que já demos aqui, pra fazer aquele petisco de buteco perfeito em casa!

Líquidos (leite, água, óleo, bebidas alcoólicas, café, etc.):
1 xícara = 240 ml
1/2 xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
1/4 xícara = 60 ml
1 colher de sopa = 15 ml
1 colher de chá = 5 ml
1 cup = 240 ml

Manteiga, margarina e gordura vegetal:
1 xícara = 200 g
1/2 xícara = 100 g
1/3 xícara = 65 g
1 colher de sopa = 12 g
1 colher de chá = 4 g
1 cup = 200 g

Farinha de trigo:
1 xícara = 120 g
1/2 xícara = 60 g
1/3 xícara = 40 g
1/4 xícara = 30 g
1 colher de sopa = 7,5 g
1 colher de chá = 2,5 g
1 cup = 120 g

Açúcar:
1 xícara = 160 g
1/2 xícara = 90 g
1/3 xícara = 60 g
1/4 xícara = 45 g
1 colher de sopa = 10 g
1 colher de chá = 3,5 g
1 cup = 160 g

 

Chocolate em pó (cacau em pó):
1 xícara = 90 g
1/2 xícara = 45 g
1/3 xícara = 30 g
1/4 xícara = 20 g
1 colher de sopa = 6 g
1 colher de chá = 2 g
1 cup = 90 g

Fermento Fresco:
2 colheres sopa = 50 g
10g de fermento biológico seco = 30g de fermento biológico fresco

Sal:
1 colher sopa = 20 g
1 colher de café = 5 g

Gotas de Chocolate:
1 xícara = 130 g

Frutas Cristalizadas:
1 xícara = 150 g

Uva Passa:
1 xícara = 120 g

Arroz:
1 xícara = 200 g

Amêndoas, Nozes e Castanhas:
1 xícara = 140 g

Aveia:
1 xícara = 80 g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g

Côco Ralado:
1 xícara = 80 g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g

Farinha de Mandioca:
1 xícara = 150 g
1 colher de sopa = 9 g
1 colher de chá = 3 g

Farinha de Rosca:
1 xícara = 80g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g

Fubá:
1 xícara = 120g
1 colher de sopa = 7,5 g
1 colher de chá = 2,5 g

Amido de Milho (Maizena):
1 xícara = 150g
1 colher de sopa = 9 g
1 colher de chá = 3 g

Mel:
1 xícara = 300g
1 colher de sopa = 18 g
1 colher de chá = 6 g

Polvilho:
1 xícara = 150g
1 colher de sopa = 9 g
1 colher de chá = 3 g

Queijo Ralado:
1 xícara = 80g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g

Fermento em pó:
1 colher de chá (cheia) = 10 g

 

Compartilhe e entre nessa #correntedobem! Até a próxima dica! J

Como fazer ovos coloridos de buteco?

Em todas as edições do concurso Comida di Buteco o pessoal capricha bem nas receitas, sem esquecer de lado aqueles ingredientes e petiscos típicos da cultura butequeira!

O fato é que o buteco é uma instituição tão antiga, que muitos dos costumes ainda não são de conhecimento de todos, e mesmo aqueles que já conhecem nunca aprenderam como certas delícias adquirem tal forma.

Quando começa o Comida di Buteco, todos os anos, é um verdadeiro remember que rola entre butecos, receitas e público, principalmente com as “releituras” que os butecos trazem de diversos tira-gostos bem típicos.

Nesse ano, uma delícia butequeira ganhou destaque nos tira-gostos de alguns butecos, como o Buteco Carioquinha, do Rio de Janeiro, e o Nosso Butiquim, de Poços de Caldas, que decidiram investir nesse ícone: OS OVOS COLORIDOS DE BUTECO!  Ele apareceu em petiscos como os “Pão Moiado Jeitado”, do Nosso Butiquim, de Poços de Caldas…

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E também no “Molotov de Buteco” do Boteco Carioquinha, do Rio de Janeiro…

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Foto @thadeparabens

Eles surgiram, inicialmente, com a ideia de facilitar a vida daqueles butequeiro que passavam um pouco dos limites com as bebidas, para que pudessem diferenciar o que era casca e o que era ovo! Por isso, na receita original, os ovos adquirem essas cores com as cascas, mas você decide se colore com as cascas ou já descascados!

É claro que você pode tingi-los com corantes alimentícios e conseguir as cores que quiser, mas existem formas naturais de colorir os ovos e que fazem com que fiquem com cores surpreendentes, tonalidades diferenciadas e sempre uma verdadeira surpresa!

É muito simples MESMO:

Ingredientes:

Os ovos cozidos, claro!

Para ovos na cor amarela, você pode escolher: Curry, Açafrão ou casca de cebola.

Para ovos na cor rosa, a coloração pode ser feita com beterraba ou repolho roxo com vinagre.

Para os ovos verdes, espinafre.

E se quiser o repolho roxo ou azulado, use apenas o repolho roxo.

Preparo:

Numa panela adicionar água, ovos e o ingrediente que desejar dar a tonalidade

Após a água começar a ferver, esperar 10 minutos e retirar o seu ovo colorido.

Par ao tom rosado, o vinagre é essencial para ser misturado ao repolho roxo e adquirir o tom.

E tá feita essa delícia! Sirva para as visitas e surpreenda todo mundo!

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Molho de buteco pra fazer em casa!

Que todo mundo vai pro buteco conversar, comer comida boa e tomar aquela cerveja, ou aquele drink sensacional, já é de conhecimento nacional e não é nenhuma novidade, todo mundo ama mesmo. Mas, tem uma coisa nessa historia que nem sempre ganha tanto destaque e mesmo assim não tem uma pessoa no mundo que viva sem: a divindade que acompanha seu petisco no buteco… ele… o MOLHO!

Quem nunca se apaixonou por um molhinho que experimentou no buteco, não sabe o que é amor à primeira vista.

Por isso, decidimos presenteá-los com o passo a passo de alguns molhos para acompanhar suas receitas. Molhos esses que fizeram muito sucesso com os petiscos dessa edição do Comida di Buteco e que muita gente tem pedido!

Uma dica também é reparar nas delícias de petiscos que receberam o acompanhamento de cada molho. É uma ideia legal de alguns ingredientes que caem muito bem com cada acompanhamento. Vamos às atividades:

Geleia de Pimenta

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Ingredientes:

10 pimentas dedo de moça sem sementes

3 dentes de alho

3 xícaras de açúcar

1 maçã batida

1 xícara de vinagre de maçã

1 xícara de águaeira.

Em uma panela, adicionar as pimentas picadas sem sementes, os dentes de alho picados, o açúcar, o suco de maçã e o vinagre.

Misturar bem, adicionar a água e cozinhar em fogo baixo. Mexer de vez em quando.

Retirar do fogo quando estiver em ponto de geleia

Guardar em um vidrinho limpo e bem fechado.

Morango com Molho Agridoce

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Ingredientes:

400g de polpa de morango

20g Pimenta dedo de moça (cortada bem pequena e sem semente)

50g Mel

50g Açúcar

100 ml Vinagre de arroz

200 ml Água

2 dentes (pequenos) de alho bem picados

Uma pitada de sal e salsa bem picada

Modo de preparo:

Leve uma panela ao fogo com a água e o açúcar. Mexa até que o açúcar dissolva e, em seguida, acrescente todos os ingredientes, deixando até que levantem fervura. Cozinhe por 5 minutos em fogo baixo e deixe esfriar.

Maionese Verde

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Ingredientes

1 e ½ xícara (chá) de maionese

1 colher (sopa) de mostarda

Suco de ½ limão

1 xícara (chá) de salsinha picada

1 xícara (chá) de cebolinha picada

Modo de preparo

No liquidificador, bata a maionese, a mostarda, o suco de limão, a salsinha e a cebolinha por 3 minutos ou até ficar homogêneo e leve à gelad

Chutney picante de tangerina

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Ingredientes

3 tangerinas descascadas

60g de gengibre picado

1 cebola roxa em tiras

2 dentes de alho

1 pimenta dedo-de-moça

1 xícara de açúcar mascavo

1/4 xícara de vinagre

1/2 xícara de água

1 anis estrelado

Óleo

Modo de preparo

Refogue a cebola com o alho e a pimenta dedo-de-moça no óleo.

Adicione o anis e o gengibre.

Junte os ingredientes restantes e cozinhe por, aproximadamente, 50 minutos.

 

Vale experimentar com tudo o que você quiser, até achar a combinação perfeita para esses molhos! Depois, contem pra gente se deu tudo certo e com qual delícia experimentaram!

Tem um vinho pra cada comida di buteco que você experimentar!

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O que você faz quando está indo ao buteco, mas, na real, a sua vontade é a de beber um bom vinho?

  1. a) Você deixar de ir ao buteco e vai para algum lugar onde a comida acompanhe bem o vinho?
  2. b) Ou você vai ao buteco mesmo e tenta a sorte de provar aquele vinho delicioso por lá?

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Descontraído, informal e democrático que é, o buteco honra o fato de que tudo lá dentro pareça muito mais simples. É praticamente uma filosofia de vida ir pro buteco! E, por essa razão, não deve haver nenhum tipo de impedimento entre o buteco e você.

Por isso, nesse Dia do Enólogo, o cara que entende muito bem de vinho, em toda a sua fase, partindo pela produção, decidimos falar dessa bebida maravilhosa, que merece, com todas as forças, ser contemplada no buteco! Enólogos queridos, parabéns pelo dia de vocês!

Se você é desses que ama degustar um bom vinho, mas também ama aquelas comidas típicas de buteco, você pode e deve fazer os dois!

Mas, o que comer enquanto se toma um belo vinho? Você só precisa mesmo é descobrir qual petisco harmoniza melhor com qual vinho.

Se alguém que aqui nos lê já tem esse hábito e costuma tomar um bom vinho no buteco, toda dica será bem vinda, conte para nós como costuma aproveitar!

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Por exemplo, se você é fã de delícias como coxinha, pastel e empada, que têm em comum a gordura, seja da fritura ou da massa da empada, o legal é harmonizar com um vinho leve, levando em consideração o teor de acidez. Nesse sentido, tem muita opção boa, partindo dos espumantes bem refrescantes, até o s frescos, frutados, com toque floral.

Se o petisco for uma delicia com bolinho de bacalhau, que desperta a atenção tanto pela textura, quanto pelo sabor marcante, o vinho branco alentejano brilhará!

Já um bolinho de carne, que tem textura semelhante ao bolinho de bacalhau, pede mais um vinho tinto por conta da carne.

É tudo uma questão de qual vinho cairá melhor com o tipo de ingrediente do petisco e se ele não se sobressairá em relação ao sabor do prato!

E essa prática é muito mais comum do que imaginamos… Tem muita gente que adora aquela típica comida de buteco sem abrir mão do seu vinho e ainda existem butecos que estão investindo pesado nessa ideia! Olha aí uma galera que foi da linguicinha ao cuscuz acompanhados de uma boa taça de vinho!

E você, qual é o seu par perfeito quando o assunto é comida butequeira com vinho?

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Quibe Assado pra você preparar nesse final de semana!

Os dias não param, a fome vai embora temporariamente, a gente já experimentou muita coisa nessa vida e a vontade de conhecer jeitos diferentes de se fazer aquele prato delicioso também só cresce! Por isso que nós trouxemos pra você fazer nesse final de semana uma receita que TODO MUNDO AMA, com um toque delicioso! E mais: é uma receita campeã, que desbancou tantas outras deliciosas.

Estamos falando do Quibe Assado, do Mussa Petisqueira, o petisco campeão do Comida di Buteco 2016 em Uberlândia!

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Já salva a receita e mãos na massa!

Ingredientes
Massa
2 kg de massa de quibe pronta (boa qualidade)
1 vidro pequeno de azeitona sem caroço
1 cebola ralada

Recheio
600 g de carne moída
1 cebola ralada
200gr massa de tomate
1 copo de requeijão
Sal, pimenta a gosto, azeite
300g de muçarela
1 tomate
1 molho de tomate temperado (Pomarola)

Modo de Preparo
Massa: bata a azeitona no liquidificador com um pouco da água da mesma, misture na massa do quibe a azeitona batida e a cebola. Amasse.
Recheio: coloque uma colher de sopa de azeite em uma panela, refogue uma cebola, depois coloque a carne moída, tempere com sal e pimenta a gosto. Quando a carne já estiver cozida acrescente o Pomarola e o requeijão.
Como montar: em uma forma, coloque uma camada fina da massa do quibe, depois coloque o recheio, a muçarela e outra camada de quibe, coloque tomates cortados em fatias por cima. Leve ao forno por 20 minutos.

 

Aproveite!

A maravilhosa Carne de Onça, de Curitiba, merece alguns minutos de sua atenção!

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Foto @marinaoliveto

A gente ama quando o mundo começa a entender o buteco e a tradição gastronômica como parte importantíssima da cultura de uma cidade!

É por isso que, com muita felicidade, noticiamos que uma VERDADEIRA COMIDA BUTEQUEIRA se tornou Patrimônio Cultural Imaterial: a Carne de Onça, a delícia mais pedida nos butecos de Curitiba! O Patrimônio cultural é sempre constituído pelo conjunto de bens, sejam eles públicos ou privados, que façam alguma referência à identidade de uma cidade. Nesse caso, a carne de onça é um prato típico de Curitiba, e o único!

Mas, embora seja um baita sucesso na cidade – de verdade mesmo, o prato é um dos mais pedidos e todo mundo ama! – muita gente de outras regiões nem sequer conhece.

Então, para apresentar, já começamos dizendo que não é nada do que você está pensando. A Carne de onça não é propriamente dizendo da onça mesmo, como o nome sugere, mas é uma carne bovina, macerada e servida crua, BEM temperada!

Enfim, é uma verdadeira tradição! Sobre o nome, existem muitas explicações e lendas, mas a mais conhecida é que, por ser tão temperadinha – além de servida crua, ela recebe cebola e iguarias – deixa todo mundo com “bafo de onça”. De qualquer maneira, é uma tradição que deveria mesmo invadir outras praças, porque é delicioso!

Aqui no Comida di Buteco, em outras edições, já rolaram muitos petiscos deliciosos inspirados na “Carne de Onça”, especialmente o de um buteco com uma fama incrível em Curitiba, por servir o que o público considera a melhor carne de onça, além do ritual de preparo na frente do cliente: o buteco Mercearia Fantinato! Olha eles na atividade aí:

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Foto @cozinhadare

Esse é o ritual e diríamos até que é a grande atração do Mercearia Fatinato: a hora de montar o prato, que acontece na frente do cliente. Os ingredientes chegam à mesa separados e vão ganhando forma pelas mãos do garçom,  um processo completamente hipnótico, que da água na boca. Muita gente, inclusive, filma esse momento para relembrar depois:

Vídeo: @franporcides

E eis que a delícia toda fica assim. Com uma cervejinha para acompanhar fica MUITO melhor.

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Foto @thiagomrp

Temos muita certeza de que se você nunca comeu carne de onça e chegou até aqui, a curiosidade em experimentar essa delícia deve estar demais, por isso, trouxemos aqui o modo de preparo. Mas, quando puderem, apareçam por Curitiba e conheçam a cidade de origem dessa delícia. Se alguém conhece também outros butecos, em outras cidades, que servem essa maravilha, é só contar aqui nos comentários, vamos adorar conhecer e compartilhar!

Agora, papel e caneta na mão, que vamos contar os ingredientes e o modo de preparo mais simples!

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Foto @carolinaoda

Primeiro, separe aí:

– 300g de carne de primeira moída 2 vezes
– 1 taça de sobremesa de cebolinha verde picada
– 1 colher de sopa de cebola branca picada
– 1 colher de chá de alho triturado
– 1 colher de chá de páprica doce
– 100 ml de azeite de oliva
– pimenta do reino ou calabresa
– sal
– 6 fatias de pão preto (broa)
– manteiga
– mostarda escura
– 1 taça de conhaque

Modo de preparo:

Limpar a carne e macerar. Colocar a carne macerada no centro de um prato grande quadrado e apertar com colheres até ela formar uma camada fina. Espalhar o conhaque sobre a carne até absorver. Adicionar parte do azeite de oliva e colocar o sal, cebola branca, alho, 1/3 da cebolinha verde, a páprica e a pimenta a gosto. Misturar utilizando duas colheres até ganhar consistência, regando com o restante do azeite gradativamente para dar liga.
Espalhe novamente a mistura no prato e cubra com cebolinha verde.

Para servir corte as fatias de pão em 4 pedaços e utilize a manteiga e a mostarda escura se desejar.

E tá pronto! É simples. É histórico. É DELICIOSO. É comida di buteco das boas!

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Foto @casagrey